Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

S. Sebastião na CASTANHEIRA

 

Dia 20 de Janeiro é o dia consagrado a S. Sebastião. Há algumas festas dedicadas a este santo da igreja católica, umas mais mediáticas, outras que apenas se circunscrevem ao pequeno circulo da localidade ou freguesia onde acontecem. Assim é na Castanheira. No passado dia 24 de Janeiro (o Domingo logo a seguir ao dia 20) este santo protector das pessoas, bens e animais (fome, peste, guerra, etc) teve a sua festa lá na capelinha do monte (existe desde a Idade Média), uma pequena ermida lá no alto de um morro, em frente a outra capela bem antiga, esta dedicada a S. João Batista.
Vamos à história desta tradição que teima em manter-se lá para os lados da Castanheira. Como qualquer festa – e esta é muito modesta, mas muito original – há alguém que a organiza. Assim, são nomeados os mordomos das duas aldeias que compõem a freguesia – Dadim e Cimo de Vila. Há lugar a uma missa na capelinha, enquanto no exíguo adro, em cima de uma mesa improvisada, os crentes, pagadores de promessas, vão depositando as suas oferendas, produto de cada promessa feita em louvor do santo. Entretanto este, espera no seu andor, muito bem decorado, pela hora da procissão, para ser levado em ombros por quatro senhoras (senhoras!!!) à volta da capelinha.

 

 

 

 

 

Terminada a missa, acontece um aviso peculiar pela voz do pároco: “terminada a missa vamos fazer a procissão. À frente vai a cruz e as lanternas e logo os homens, a seguir o andor de S. Sebastião e, atrás, as mulheres”. E assim foi, nuns breves minutos, o tempo de dar uma volta completa à pequena capelinha. Findo este momento,  um voluntário fez o pregão habitual nestas festas flavienses, iniciando o remate (leilão) das orelheiras, pés, linguiças, salpicões e outros derivados do porco, coisas abundantes nesta altura do ano por estas terras.

 

 

 

 

 

No final do remate destes sabores e saberes, a singela festa termina. A capelinha só volta a ser usada daqui por um ano, para mais uma missa em honra do santo que a habita – S. Sebastião.

 

 

 

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

MOMENTOS

 

Na silhueta da noite, eis que sobressai, altaneira, qual sentinela vigilante, a Torre de Menagem do Castelo de Chaves.

 

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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

VOLTOU!

 

Já começamos a perder a conta aos nevões deste Inverno. O ano de 2009 despediu-se de nós com geadas, neve e cheias. 2010 começou com cenários idênticos. A neve voltou a dar sinais de si, fazendo-nos mais uma visita, proporcionando paisagens idílicas, mas, simultaneamente, causando muitas arrelias, especialmente a quem necessita de se deslocar. Ficamos condicionados em muitos aspectos da nossa vida quotidiana, é certo, mas um cenário proporcionado pela neve é sempre digno de admiração.
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

É TEMPO DE CANTAR OS REIS

 

Há uns bons anos atrás, no dia de Reis (6 de Janeiro) era costume as pessoas, logo pela manhã, ganharem os reis, um jogo de entretenimento que consistia basicamente na antecipação: mal duas pessoas se encontravam, uma, de imediato saudava-a, “ganhando-lhe” os reis, numa fórmula eternamente repetida: “BOAS FESTAS ME DARÁ OS REIS”. Em regra, o interlocutor, em jeito de resposta, vencido, argumentava: “Estão bem ganhos, mas mal “emparados”(sic) “parados”.
Ora, nos tempos que correm, o jogo não mudou muito as suas regras, só que, em vez de começar no dia de reis, é antecipado para o tempo do Natal.
Se bem que já não há grupos a cantarem os reis de porta em porta, as instituições ainda vão mantendo a tradição. Foi o que aconteceu um dia destes com o Presidente da Câmara de Chaves a ser presenteado com o cantar dos Reis por uma escola de Chaves.

 

A estrela do céu guiou os Magos até Belém...

 

 

 

 

... espera a sacola pelos vossos Reis.

 

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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

FELIZ 2010 – UM RIO SEM MARGENS

2009 despediu-se de nós de uma forma pouco habitual. De facto, habituados, na última década a longos períodos de seca, raras foram as vezes que o rio Tâmega galgou as suas margens. No último dia do ano, e durante a semana, com a neve que caiu e com as fortes chuvadas que têm assolado a região, o Tâmega não se fez rogado, vai daí, engrossou o seu leito, transbordando, proporcionando um cenário pouco habitual, provocando autêntica romaria de gente que, como que em jeito de despedida, acorreu ao tabuleiro da Ponte Romana, para presenciar tal fenómeno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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